Mudança de endereço

Pessoas, estou abandonando este espaço. Não estou largando meu blog, na verdade ele voltou com a corda toda! Mas mudou de host. Pra ler minhas crônicas, histórias e opiniões, acessem agora:

 

http://contextojornal.blogspot.com/

 

Espero vocês por lá! Um beijo!

 

 

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Bairro Alves Dias fica 8 dias sem abastecimento regular de água

Baixa pressão na rede de abastecimento impediu que a água chegasse até as casas

 

BÁRBARA TREVISAN
Especial para o RROnline*

As ruas Senador Manoel Cordeiro Villaça e Arlindo Béttio, no bairro Alves Dias, em São Bernardo ficaram oito dias sem abastecimento de água regularizado por causa de um problema na Válvula Redutora de Pressão da Sabesp. A situação só foi completamente resolvida na tarde de ontem.

“Durante a madrugada vinha uma quantidade de água, mas não chegava a encher a caixa. Era tão pouco que em menos de meia hora acabava”, afirmou o morador Adalberto Rezende da Luz Filho, e completou, “cada vez que você ligava na Sabesp eles falavam uma coisa. Uma hora eles falavam que estava tendo manutenção, depois que era uma válvula entupida, e a frase que você ouvia todos os dias é que a situação seria regularizada de madrugada, e isso aconteceu por oito dias.”

Em nota ao RROnline, a Sabesp informou que a Válvula Redutora de Pressão, usada para impedir vazamentos,  apresentou defeito, o que gerou baixa pressão na rede de água e impediu que ela chegasse aos lugares mais elevados. Segundo a empresa, as reclamações de moradores foram recebidas e o problema foi resolvido dia 18, mas dia 19 o defeito voltou a aparecer. As casas ficaram sem água do dia 14 até segunda-feira, dia 21.

“Foi instalado um aparelho datalogger, utilizado para medir a pressão na rede de água, durante 24 horas, pelo prazo de sete dias”, afirmou a empresa na nota. O aparelho gerou um relatório que foi analisado pelos técnicos da Sabesp. Na madrugada de segunda-feira o problema foi solucionado e ontem à tarde a situação estava totalmente regularizada.

A Sabesp pediu desculpas pelos transtornos ocasionados e disse que está a disposição para quaisquer esclarecimentos.

 

*Esta reportagem foi produzida por alunos do curso de Jornalismo da Universidade Metodista de São Paulo

http://www.metodista.br/rronline/temporario/ruas-de-sao-bernardo-estao-ha-8-dias-sem-agua/view

 

 

Minha primeira matéria publicada… E já estava na primeira página do RROnline!! Fiquei tão feliz que decidi postar ela aqui também!!

Que acharam?

Beijos!

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Esse tal de jornalismo

Na sétima série me perguntaram o que eu queria ser quando crescesse. Naquela época eu não sabia bem. Sabia que gostava muito de ler e escrever, e sabia que gostava muito daquele pessoal que aparecia na TV e falava no rádio o que acontecia no mundo. Juntei A+B e respondi “Jornalista!”

Engraçado como as coisas acontecem. Depois eu meio que desisti da ideia. Sem muito apoio de pais e professores e com toda a pressão dos vestibulares deixei o pensamento de lado e comecei a tentar outras possibilidades. Pensei em tudo, de Letras a Engenharia Química, mas nada funcionava o suficiente. Nenhuma carreira me dava aquele friozinho na barriga, aquela coisa do tipo “nossa, é isso que eu quero fazer da vida”.

Tudo me levava de volta àquele sonho de escrever uma notícia que todo mundo vai ler, e por minha causa vão saber o que está acontecendo. E aí, no terceiro ano eu liguei o “foda-se” pra quem fosse contra e decidi: Vou fazer jornalismo. E na sequência uma bomba. Jornalista não precisa mais de diploma. Mais zoação por parte dos primos e de quem quer que fosse. Mas o meu “foda-se” já estava ligado. Era isso que eu queria e acabou.

Tudo azul, eu ainda estava com um pouco de medo de ter escolhido errado, mas no fundo eu sabia que era a escolha certa. E então, mais um balde de água fria. Que faculdade fazer? USP? Não passei. Casper? A aparelhagem da faculdade é sucateada da Gazeta. Mackenzie? Longe pra burro! Metodista? Metodista! Não é longe de casa, é uma ótima faculdade de comunicação e eu já tinha carona garantida no primeiro ano. Problema resolvido, matrícula feita e de repente já era fevereiro e eu já tinha que ir pra faculdade.

Não sabia o que esperar, estava com medo de ter escolhido o curso errado e só conhecia meu namorado. Mas tudo deu certo. Muito mais certo do que eu imaginava. Fiz grandes amigos, um ótimo grupo e me apaixonei pelo jornalismo. Se eu tinha alguma dúvida de que era isso que eu queria fazer, hoje não tenho mais. Eu gosto disso. Gosto de conhecer as pessoas, ouvir suas histórias, gosto de escrever sobre essas histórias e de fazer o mundo conhecê-las também. Gosto de fotografia, de vídeo, de áudio, de impresso e de online. Gosto até de assessoria de imprensa.

Quer coisa melhor do que fazer o que você nasceu pra fazer? Eu me sinto assim! Isso não significa que eu não me encha da faculdade, queira jogar tudo pro alto e virar hippie… mas isso acontece com todo mundo. A vida de vez em quando cansa. E quando cansa, a gente tira férias, faz um yoga, respira fundo, confia em Deus e segue.

Não sou diferente de ninguém. Não sou melhor nem pior. Sou só uma pessoa normal que descobriu sua vocação! Acho que todos têm esse direito! Você já descobriu a sua? Se sim, me conta que eu faço um post aqui no blog!

Beijos a todos.

Bárbara Trevisan

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Contexto sem texto…

Bom dia a quem ainda visita meu humilde blog abandonado.

Que vergonha disso aqui, meses sem um texto novo. O último foi em outubro. Desde então aconteceram milhares de coisas… Elegemos uma mulher presidente, eu fiquei maior de idade, passou o Natal, o Ano Novo e São Paulo fez ontem 547 anos debaixo d’água, como acontece todos os anos nessa época. Pra que tanta chuva, meu Deus?

Bom, por agora eu não escreverei nenhum post revoltado e crítico. Mas aguardem, porque 2011 é ano novo, vida nova, maioridade e mais um semestre de faculdade…  Qualquer hora eu volto aqui.

Beijo

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Próxima estação: Hell!

Está provado de todas as maneiras possíveis que o transporte público em São Paulo é uma droga. O último grande acontecimento foi há pouco, com o trem da linha vermelha parado e os passageiros andando pelos trilhos.

Graças a Deus não preciso pegar linha azul, nem linha vermelha, muito menos o trem para ir pro trabalho. A questão aqui é a Linha 2 – Verde, que, até pouco tempo era a melhor linha. Provavelmente agora vai ser a amarela.

O fato é que duas novas estações estão em fase de teste. Tamanduateí, com integração com o trem, e Vila Prudente, ao lado da Vila Carioca. Mais a estação Sacomã, que integra parcialmente com o Expresso Tiradentes e com os ônibus do Terminal Sacomã. Em suma, lotação e aperto.

Estação Sacomã, às 8h40

Por enquanto, as duas novas estações funcionam das 8h30 às 17h00. E isso tem trazido problemas pra todos os usuários da linha até o Paraíso.

Hoje, às 8h30 eu cheguei ao metrô. Passaram 4 trens para Vila Prudente e 1 para Vila Madalena. Os trens estavam hiper lotados, a estação abarrotada de gente, pessoas que não conseguiam nem descer as escadas, e ninguém conseguiu entrar no trem até a estação Ana Rosa, quando a maioria das pessoas desce. Eu ainda dei sorte de ficar na porta que tinha menos gente.

Imagino se será tão infernal quando tudo for liberado, ou se vai ficar mais tranquilo. Essa é a fase de testes, e eu quero só ver quando as estações forem inauguradas. Algo deve ser feito, porque a linha verde tem previsão de crescer mais, e São Paulo não precisa de mais trens quebrados, lotados, parados e atrasados. Se não há como resolver o  problema das outras linhas, ao menos o governo deveria cuidar para não acontecer com as “novas”.

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Por trás das câmeras

Ontem foi um dia diferente. Saí com mais dois colegas da faculdade para fazermos nossa primeira matéria jornalística! Então eu decidi que seria muito interessante postar aqui o “Por trás das câmeras”.

Fomos pra um colégio em Mauá fazer uma matéria sobre o Skate nas Escolas. O projeto é bem legal e depois que a reportagem estiver pronta eu publico pra vocês.  O que interessa é que a gente foi pra lá, mesmo sem saber o caminho.

O evento foi muito legal!  Os skatistas mandam muito bem e o projeto é demais! Começamos com fotos das manobras e dos skatistas, depois fizemos entrevistas. Ganhamos almoço e a escola colocou uns DJs pra tocar na hora do intervalo, porque teria um evento diferente na escola. Nunca vi nada assim! Nem em escola particular!

Entrevistamos os skatistas, professores, alunos e os coordenadores do projeto. Aí começou o evento da tarde, e mais fotos de skate! Durante e depois da apresentação dos skatistas, foram distribuídas revistas e kits com bonés e pochetes, e no final os atletas deram autógrafos para os alunos.

Depois de mais entrevistas, fomos pra faculdade, mas não sem antes passar no Mc! Assistimos a primeira aula, fomos embora pra casa e acabou o primeiro dia como repórter!

Um bom dia. Corrido e cheio, mas um bom dia! Agora é só escrever e arrumar as fotos.

Na próxima pauta eu volto!

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Como vai a sua ficha?

Ficha limpa, ficha suja, ficha escondida, sem ficha… E aí? O que vai valer nessas eleições?

O palco da palhaçada

O palco da palhaçada

Nessa madrugada nada foi decidido… de novo. Cinco a cinco, empate. Uma discussão. Nada. Ainda não sabemos se a Lei da Ficha Limpa valerá para as eleições do dia 03.

Só faltam 10 dias pra você ser obrigado a votar em alguém e eu aposto que o STF vai enrolar até lá pra decidir alguma coisa e nada vai acontecer.

Agora o debate da madrugada terminou e segunda-feira será retomado. É esperar pra ver no que vai dar. Ou pelo menos torcer pra dar em alguma coisa.

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Pessoal, sofri um acidente de moto. Só volto segunda, se Deus quiser.

Nada grave, estava de capacete, então só luxei a perna e bati o queixo. Meu maxilar dói e meu aparelho me machucou. Pra quem foi arremessada da moto, estou ótima. Meu namorado tbm está bem. Ele só arranhou a perna, graças a Deus.

Anyway, ficarei fora até segunda ou mais. Asism que voltar à ativa, aviso.

Beijocas

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Gerações II – E por falar em música…

Será que a próxima geração vai ouvir falar de Aborto Elétrico? Legião? Capital? Titãs? Será que eles vão entender o que é o rock brasileiro e de que maneira ele surgiu? E Tom, Vinícius e a Bossa Nova? E Caetano com sua MPB? Será que música Brasileira vai virar boyband? Ou funk?

Tipicamente brasileiro é samba, pagode, axé, bossa e mpb. Funk não é do Brasil. O Brasil estragou o funk! Funk é James Brown em “I feel good”. É influência para o jazz! O que a gente tem aqui é putaria. E ponto.

Acaba comigo pensar que, generalizando, quem tem grana ouve Restart, quem não tem ouve MC Créu e as frutas. E pior, age, fala, se veste como eles. Se acha o rei da cocada preta  e odeia qualquer um que não concorde com seu gosto musical.

E aí, talvez pior do que funkeiros, tem os coloridos-fanáticos. Quer ser menino e usar camiseta com decote no umbigo e calça rosa florescente, use. Só não tente me convencer de que é bonito. Não tente me convencer de que o Fiuk canta bem. Não tente me convencer de que eles são lindos e muito másculos. Não acredite que o cara te ama. Não acredite que você é namorada dele! ELE NÃO TE CONHECE!

As pessoas acham que, por causa do twitter, seus ídolos conhecem cada uma delas. E que o cara tem obrigação de responder todos os seus tweets eufóricos. E eu estou falando de artistas brasileiros. Nem entrei no quesito ‘meninas que se acham namoradas do Justin Bieber’. Estou falando só de gente que fala a mesma língua e mora na mesma nação.

Após ver esse lindo boné da Família Restart, me convença de que todo mundo é muito másculo. Me convença de que a moda não é ser gay. Correção, veadinho.

Após ver essa linda fotografia, me convença de que funk é legal. Me convença de que isso não é pura putaria. Pesquise “funk” no Google. Foi difícil achar uma foto menos pior pra colocar aqui. Tinha foto de gente até pelada dançando. Me convença de que a moda aqui não é se prostituir.

São ‘extremos’. Em uma modinha você tem que ser bi ou gay. Tem que gostar de gente do mesmo sexo e colocar roupas coloridas e ser de uma família. Na outra, você tem que ser pegador. Transar com todo mundo e usar nenhuma ou quase nenhuma roupa.

Não há um meio-termo? Será que eu posso usar uma calça branca com uma blusa rosa mais curta, às vezes? Será que posso ser mulher sem gostar de outras mulheres e sem dar pra todos os homens? Será que posso namorar sério um rapaz, pensando em casar sem ser bombardeada pela sociedade? Isso tudo me preocupa. O que será do nosso país nos próximos anos?

A intenção não é falar de Deus, colocar o cristianismo no meio. Mas minha criação foi na igreja. Cresci na Palavra. Desculpe a quem não acredita em Deus, mas isso é o fim dos tempos. E eu quero só ver, porque Sodome e Gomorra foram destruídas por uma chuva de fogo por causa de homossexualismo e prostituição. Não que vá chover fogo de novo, mas uma hora o ponto final chega. Mesmo que não seja em 2012.

Que fique claro: nada contra gays e prostitutas. Não concordo com o que eles fazem, com suas atitudes. Mas quem sou eu para mudá-las? A mim cabe respeitar.

Deixando a religião de lado… Por favor, me deixem ser eclética! Me deixem ser anti-fanatismo! Me deixem ser eu! Deixem as pessoas serem quem elas são! Moldem a sociedade em vez de deixar ela moldar vocês.

Sem mais por hoje. Amanhã continuo.

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Gerações I

Me sinto muito estranha dizendo “no meu tempo…” tendo meros 17 anos. Mas é a realidade. Hoje em dia quem tem 16 anos é de outro tempo. É de um tempo em que o computador estava surgindo, do tempo em que desenho era Tom e Jerry e seriado era Chiquititas ou Carrossel. Do tempo em que meninas de 13 anos brincavam de Barbie, e meninos de 13 anos jogavam Street Fighter no PSone.

Crianças de 12 anos hoje em dia se acham adultas. Acham que podem desobedecer os pais e fazer o que quiser. Se sentem responsáveis pela própria vida. Gente que nem saiu das fraldas direito. Gente que quer decidir a sexualidade sem ter beijado alguém. Uma juventude que tenta, de todas as meneiras  se encaixar na sociedade.

Era tão simples ser criança. Quem não brincava na rua, brincava no estacionamento do condomínio. Uma bola fazia a diversão pro dia inteiro. Alerta, queimado, mãe da rua, rio vermelho, nós quatro, adoleta, pega-pega, esconde-esconde e todas as suas variantes (pega-pega corrente e afins), elefantinho colorido… Tudo tão simples e tão divertido. Pergunta pra alguém com 13 anos se ele sabe brincar de mais do que 2 dessas brincadeiras. Esses meninos só sabem jogar video-game, mexer no computador, andar com seus celulares, i-pods e calças coloridas.

Quem, que teve toda, ou parte da infância nos anos 90 nunca jogou Mario num N64 ou num SNES? Nunca jogou Tomb Raider, Street Fighter ou Crash no PSone?Nunca passou horas tentando ligar pro Programa do Hugo, pra jogar na televisão? Se você tem 16 anos ou mais, sabe do que estou falando.

Vivemos numa sociedade em que é moda ser homossexual, é moda chorar por tudo, é moda ser igual. A sociedade das modinhas. É moda ser emo, é moda ser gay, é moda usar Ray-Ban New Wave colorido, é moda ter franja de lado, é moda usar calça laranja. E ai de quem não gostar de alguma dessas coisas. Ai de quem tiver 11 anos e adorar carrinhos. Ai de quem tiver 12 anos e quiser jogar queimado. Ai de quem chegar aos 14 sem uma barriga tanquinho. Eu beijei um garoto com 12 anos. Tem menina ficando grávida com 12 anos. Grávida!

E música? Ok, É o Tchan e Mamonas Assassinas não são músicas cultas e de letras relevantes. Mas nós cantávamos por diversão. Na inocência. Música de Teenager era Sandy e Jr, era pagode, era Spicy Girls, Backstreet Boys, era divertido! E as roupas que a maioria deles usava não era moda. Era brega! Quem sai de casa vestido de Mamonas Assassinas? Hoje em dia temos boy bands que mais se parecen girl bands, funkeiros com músicas piores que as do Tchan e crianças que sabem muito bem o que esse povo canta e se veste como eles. E pior, que se sentem família deles, se sentem amigos íntimos. E acreditam piamente nisso.

Não tenho absolutamente nada contra gays. Quem me conhece sabe muito bem. Contanto que você seja gay, não veadinho. A diferença? O gay, o homossexual ele realmente gosta do mesmo sexo. Ele já experimentou os dois lados, ele, durante seu crescimento, definiu sua sexualidade. Ele sente necessidade de falar mais fino, ou a voz dele é daquele jeito mesmo. Ele é feliz como é. O veadinho é gay por causa da moda. Se veste como gay, age como gay, fala como o gay, mas nunca experimentou os dois lados. Às vezes nunca nem beijou alguém do mesmo sexo. Mas é moda ser veado. Logo, serei. Isso não é ser gay, isso é forçar uma situação da qual você sentirá vergonha no futuro. Cresça primeiro. Amadureça. Depois tente aparecer.

Uma geração fissurada em computadores. Que não sabe o que há no mundo lá fora. Uma geração que, se não é colorido é nerd e passa o dia jogando World of Warcraft, Ragnarok ou qualquer outro jogo que meu irmão vive falando. Uma geração na qual nerd não significa inteligente. Significa viciado em joguinhos e que não vive a vida. Eu sou nerd porque tiro notas altas. Meu irmão é nerd porque, apesar das recuperações, passa o dia no WoW. Que tal saber tudo de um joguinho mas não saber escrever? Me pergunto a que ponto chegamos e a que ponto vamos chegar.

Esse tema vale mais alguns posts. E vou continuar falando sobre ele mais algumas vezes. Por hoje é isso. Amanhã tem mais da minha revolta. E, se com 17 anos estou assim revoltada, imagino quando for realmente adulta, com meus 35 anos o que vou pensar de tudo isso.

Até depois.

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